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segunda-feira, 13 de maio de 2013

O Golem

O Maharal disse a seu genro, um Cohen, que desse sete voltas ao redor do boneco repetindo certos nomes e letras sagradas. Depois, disse a seu discípulo, da tribo dos levitas, que fizesse o mesmo. E, por fim, ele próprio fez o mesmo. Tendo terminado a última volta, colocou um pergaminho onde escrevera o nome de D'us sob os lábios da figura de argila. Em seguida, recitaram sete vezes, unidos em grande concentração, o versículo da Torá que diz: "E Ele insuflou em suas narinas um sopro de vida, e o homem tornou-se um ser vivo". Neste momento, o Golem abriu os olhos. Então o Maharal ordenou-lhe que se erguesse, cobrindo-o com as roupas que haviam trazido.

"Seu nome é Yossi", disse o Maharal. "Eu o criei, com a ajuda de D'us, para que cumpra a missão divina de proteger os judeus contra seus inimigos. Você obedecerá a todas as minhas ordens, não importa o que eu ordene, pois é destituído de vontade própria. Seu lugar será dentro do Beit-Din, onde terá as funções de shamash".

Feito isso, os três homens partiram em direção à cidade, seguidos pela criatura que tinha a aparência e os movimentos de um homem normal. Embora mudo, pois o poder da fala só podia ser concedido por D'us, e desprovido de quaisquer pensamentos ou inteligência, o Golem compreendeu o que o Maharal lhe havia dito.

Ele ficava, o dia todo, sentado no Beit-Din, sem nada falar ou fazer, o olhar vazio. Ninguém na comunidade sabia quem era nem de onde viera. Deram-lhe o apelido de Yossi, o mudo. Ninguém, exceto o Maharal, podia dar-lhe ordens ou recorrer a seus serviços. Se falassem com ele, não reagia; nunca abria a boca. Seu rosto só se animava quando o Maharal lhe falava. Então, escutava atenta e humildemente, partindo a seguir para executar a missão.

As missões do Golem

Todas as histórias sobre o Golem começam freqüentemente da mesma forma: um judeu acusado injustamente por crimes imaginários. E terminam também da mesma forma: o Golem intervém para que tudo volte a seu devido lugar. Segundo a tradição, o rabino Loew, o Maharal, era quem lhe dava ordens, pois o Golem não tinha inteligência própria. Assim, com a ajuda da criatura, desfaziam-se os complôs do bispo Tadeusz. Certa ocasião, salvou uma menina judia de se converter à força. Em outra, após o Maharal descobrir que a matzá para Pessach havia sido envenenada, o Golem descobriu o culpado.

Dez anos após ter sido criado, a situação dos judeus havia melhorado e o Maharal concluiu que a missão do Golem terminara. Em 1590, durante Lag Ba'Omer, o Maharal ordenou-lhe que o acompanhasse ao porão da sinagoga. Lá, disse-lhe que se deitasse e abrisse a boca. O sábio tirou o pergaminho no qual estava escrito o Nome Divino e disse à criatura: "Você é pó e vai voltar ao pó". Yossi, o Golem, cumprira o seu destino.

Anos mais tarde, no entanto, espalhou-se entre os judeus de Praga uma lenda segundo a qual Yossi, o Golem, não virara pó, mas estava escondido desde 1590 no sótão da sinagoga de Praga em profundo sono.

Lenda ou realidade

Visitando Praga, é fácil ser atraído pela lenda do Golem através de dois pontos turísticos. O inesquecível e emocionante Cemitério Antigo Judaico, no bairro judeu, no qual se encontram mais de 12 mil túmulos do século XV. Embora vários líderes renomados da cidade estejam enterrados lá, o mais visitado é o túmulo do Maharal. E, assim como o Muro das Lamentações, em Jerusalém, está repleto de bilhetes de orações e pedidos. O segundo local que atrai os turistas é a Sinagoga Alt Neue (Antiga Nova), construída em 1280, única em funcionamento até hoje. As outras sinagogas viraram museus. É a mais antiga casa de orações judaicas na Europa e uma das construções góticas mais antigas de Praga. Reza-se nesta sinagoga há mais de 700 anos, com exceção do período da Segunda Guerra Mundial. E, enquanto se ora, ao olhar para o teto arredondado, surge a dúvida. E o Golem, ainda estaria no sótão?

Mas será que o Golem realmente existiu? Rabinos famosos afirmaram que sim. Recentemente, o rabino Moishe New, líder chassídico do Canadá e diretor do Centro da Torá de Montreal, ao ser questionado sobre o assunto respondeu: "O Talmud relata momentos nos quais outros Golems foram criados para proteger a vida dos judeus, exatamente como fez o Maharal".

E acrescenta: "Ao corpo do Golem foi dada uma alma e assim tornou-se uma espécie de anjo dentro de um corpo feito pelo homem. Os anjos são tidos como criaturas que não têm livre arbítrio e não são capazes de fazer julgamentos morais. São "robôs" espirituais subservientes a seus construtores. O Maharal, enfatiza o rabino New, era cabalista, além de filósofo e talmudista. Escreveu uma série de 20 livros baseados na Cabalá chamados de Guevrot Hashem, ou O poder de D'us".




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pastor MARCELO BELLAS Mais um charlatão no reino da pilantragem


UMA BOMBA PASTOR CONHECIDO E DESMASCARADO EM LONDRES


Maias previram retorno de um deus em 2012 e não o fim do mundo

MÉXICO – As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México.

Os especialistas Sven Gronemeyer e Barbara Macleod, da Universidade da Trobe (Austrália), divulgaram uma nova interpretação das inscrições Maias do sítio arqueológico de Tortuguero, durante a 7ª Mesa Redonda de Palenque, realizada no estado mexicano de Chiapas.

A data de 21 de dezembro de 2012, citada nas inscrições do povo indígena Maia, gerou diversas especulações sobre supostas “profecias Maias do fim do mundo”, versão que foi rejeitada pelos arqueólogos e epigrafistas.

Segundo os especialistas, os Maias criaram um calendário com base em um período de 400 anos, denominado Baktun. Cada era é composta por 13 ciclos de 400 anos, que somavam 5.125 anos, e, segundo a conta, a era atual concluiria em dezembro de 2012.

Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão Maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro “seria investida a deidade Bolon Yokote”, um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C.

O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade Maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.

O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes Maias deveriam “preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse”.
Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual.

“A aritmética do calendário maia demonstra que o término do 13º Baktun representa simplesmente o fim de um período e a transição para um ciclo novo, embora essa data seja carregada de um valor simbólico, como a reflexão sobre o dia da criação”, comentou Gronemeyer.

O epigrafista mexicano Erik Velásquez disse que, para os escribas Maias, a história como uma narração de eventos humanos foi uma preocupação secundária. Eles se centravam nos rituais de qualquer tipo, por isso, “as inscrições mostram relações complexas entre o tempo, as esculturas e os prédios”.

“Na antiga concepção Maia, o tempo se construiu tal como as esculturas e os prédios que as continham, os períodos tinham consciência, vontade, personalidade e se comportavam como humanos”, acrescentou Velásquez.

OBS.: Ora, mas não é exatamente isso o que esperamos? A volta do nosso Deus? Então a profecia está correta e bate com nossos cálculos. Também nós estamos falando numa mudança completa, que levará a uma Era de Paz, e para sempre. Importa saber que eles igualmente não falam em fim do mundo, mas na vida deste Deus para renovar a face da terra. Háverá um mundo diferente, totalmente, deste que vemos hoje, planejado conforme o pensamento divino, não como as elocubrações humanas.

Deus usa assim dos menos possíveis para enganar os mais entendidos. Já antes foi achada outra pedra com uma inscrição que confirmava a data de 21/12/2012 como a última deste tempo, isso quando tentavam desmentir que ela tivesse conotação com a realidade. E somente Deus Altíssimo tem poder de mostrar isso aos seus filhos, o que significa que os maias receberam orientação do céu para seus cálculos.  E se, como se fala, São Tomé esteve entre eles, significa que este santo sabia das datas, e portanto seria mais esclarecido do que o Jesus dos que negam a Ele esta possibilidade.

Ou seja: Deus o Pai é Um só com Jesus, e Ele pode revelar TUDO o que quiser, também as datas do fim desta era de horrores, e ela tem prazo fixado. Quem quiser crer que acredite, que nao quiser ver que permaneça na escuridão. Quem quiser calar que cale, quem quiser difundir que grite isso sobre os telhados: Deus decidiu mudar o mundo, tranformar a terra num paraiso, e para isso precisa defenestrar daqui todos os incrédulos, os escarnecedores, os maus, e todos os que se agradam em viver no meio desde reino de pecadores.

Quem acha que assim está bom, acostumou-se já com o fedor do gambá, gosta de morar com ele e se delicia com seu ninho fedorento. O fato é que a Terra está se tornando um planeta com fedor de pecado insuportável e isso precisa ser limpo, varrido, escovado, lavado, queimado e purificado para que possamos legar aos nossos filhos a dignidade de herdeiros. Quem não deseja, ou não acredita nisso, de fato estará fora dele. Os que não lutam por este mundo melhor, na realidade não o merecem. Estes partirão com a velha Terra que se esvairá. O ano de 2012 é o ano em que tudo isso será consumado, a tribulação que chega, levará tudo de roldão.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Os textos sagrados e o dilúvio


As subidas das águas (dilúvio) poderá ter sido resultado das guerras entre seres mais evoluídos aqui na Terra. Todos os textos sagrados mostram que houve esse dilúvio, mas também houve ajudas desses seres retirando das águas os nossos homens, como por exemplo aconteceu com o Deus Nubu da Costa Rica que retirou o Homem da Terra, antes da inundação, promovendo assim a sua Salvação. O Deus Ea, deu instruções ao seu discípulo Utnapistin, para construir um barco de grandes dimensões, ao sábio Satyavrata para recolher plantas, animais e sementes e convocar os sete sábios (rishis).



Mas o verdadeiro conhecimento humano há muito que desapareceu, o conhecimento do homem é simplesmente um reaparecer e redescobrir dos segredos dos Deuses que moldaram a vida de todos os povos da Terra.
Épico Inca

A criação do Universo resultou do Big-Bang, e a Terra da expansão do Universo.

Com o decorrer dos tempos, surgem ao que chamamos hoje, a vida em vários pontos do Universo.
Só com a chegada de várias civilizações, vindas algures dos covis do cosmos, foi possível tornar o nosso planeta habitável. Construindo uma Terra próspera para a colonização destas mesmas civilizações.
Surgiram ainda civilizações vindas de estrelas diferentes, para colonizar o nosso sistema solar, provocando grandes batalhas espaciais e terrestres.
As civilizações de alienígenas, de vários pontos do universo, deram origem a novas religiões. Com a evolução do homem alguns sacerdotes das tribos mais avançadas entram em contacto com os seus Deuses, e pedem para regressarem à sua estrela de origem, ou partirem para outra parte do universo tendo como objectivo a colonização e a criação de um novo lar.
Daqui resultou um êxodo de algumas civilizações, que deixam ao longo da História, cair todo o conhecimento desde a astronomia às ciências mais ocultas. Razão pela qual, a arqueologia continua a procurar respostas para o desaparecimento de civilizações completas de um dia para outro.
Toda esta evolução, é relatada em documentos e manuscritos desde há milhares de anos, levando a uma dispersão documental tal, que obriga os mais interessados investigadores, a uma exaustiva pesquisa da nossa história.
Pensa-se que os arquivos mais antigos, são o Popol Vuh dos maias, o Livro de Enoch, Avestá dos persas, Vedas dos hindus, Edas dos escandinavos, tábuas sumérias e outros manuscritos dos Egipto, Fenícia, Tibete, entre outros países. Estes documentos representam a Bíblia Sagrada da actualidade, para aqueles povos. São documentos ricos em sabedoria, grande parte das vezes de difícil interpretação, por vezes enigmática e tão misteriosa como bela.

A Bíblia Sagrada, surge depois, entre outros documentos, como tábuas, pedras Incas, e outros manuscritos. Também as inscrições e desenhos feitos nas paredes das cavernas e monumentos como, a Porta do Sol no Peru, as Pirâmides do Egipto, as Pirâmides da China, fazem parte desta panóplia documental.
Baseado em factos e interpretações, muitas quase enigmáticas da nossa história, é que os Deuses da antiguidade e as suas aparições aos terrestres, não eram mais que outros seres ou civilizações vindos das estrelas, que muito possivelmente, atravessaram as portas dimensionais, para nos “visitar”.
Estas civilizações, deram o seu contributo tanto tecnológico como cientifico, no processo evolutivo da raça humano ao longo da história aqui na Terra, colonizando-a.
Com o decorrer dos tempos, estas civilizações das estrelas entraram em conflito, e com a utilização das suas potentes armas bélicas, nucleares e biológicas, deixaram o rasto duma catástrofe global, com um cenário de perda de milhares de vidas humanas e alienígenas.
Os valiosos testemunhos registados nos manuscritos religiosos, permitem-nos colocar algumas hipóteses:
O efeito de guerras entre as civilizações das estrelas, surgem na base de mitos e lendas acerca do famoso Dilúvio.
As civilizações das estrelas devido á sua alta tecnologia, previram a aproximação de uma crise climatérica global, que deu origem ao conhecido Dilúvio.
Sim, uma grande destruição virá sobre a terra, e deve existir um dilúvio e uma grande destruição de um ano.
(Livro de Enoch; Cap. CVI 15)

Esta crise climatérica seria influenciada pela rotação do eixo da Terra. Já Jeffrey Goodman escreveu: “uma das mais importantes anomalias explicáveis, a deslocação dos pólos é a periódica, devido à inversão do eixo magnético da Terra”.
A Terra posicionava-se num ângulo diferente em relação ao Sol, não sendo possível que os hemisférios Norte e Sul, estivessem sequer próximos da sua posição actual.
Com o dilúvio, nasceram várias lendas, havendo assim provas da existência de cidades antigas submergiram nessa época, dando origem a descobertas nos nossos dias no fundo do mar.
Supondo-se, essas civilizações ao entrarem em comunicação com os seus profetas (escolhidos), mandaram construir várias arcas (OSNIS), equipadas com laboratórios capazes de fazer uma escolha genética tanto humana como de outras formas de vida animal e vegetal, de forma a protegerem a essência do que já haviam “criado”, tornando-se, estas Arcas grandes Laboratórios da Ciência Genética.

Alguns exemplos:
Num antigo texto Caldeu, de um rei Sumério, na 11ª Tábua da Epopeia de Gilgamesh, encontram-se narrações de inundações gigantescas. Diz-se então, que os Deuses resolveram enviar um Dilúvio à Terra para destruir a Vida nela, mas o Deus Ea, deu instruções ao seu discípulo Utnapistin, para construir um barco de grandes dimensões. Depois de um longo período de chuvas, o barco encalhou num monte Nisir.
Na Índia, existem vários mitos sobre o dilúvio universal. Manu, o antepassado do ser humano, na altura do grande dilúvio, construiu um barco, colocando--o em segurança. No mito Matsya, Vixnu pediu ao sábio Satyavrata para recolher plantas, animais e sementes e convocar os sete sábios (rishis). Também na Babilónia existe esta descrição.

Os Maias e a sua mitologia dizem-nos o seguinte:
“O deus Nahui-Atl, o primeiro Sol, desapareceu sob as águas que afogaram os humanos todos. As montanhas desapareceram sob as águas, que repousaram durante cinquenta e duas primaveras.”
(Códex Chimalpopoca)

E o Senhor disse: Eliminarei da face da Terra o homem que Eu criei, e, juntamente com o homem, os animais domésticos, os répteis e as aves dos céus, pois estou arrependido de os Ter feito.
(…) Constrói uma arca de madeiras resinosas. Dividi-la-ás em compartimentos e calafetá-la-ás com betume por fora e por dentro.
(…) Pois vou lançar um dilúvio, que tudo inundando, eliminará debaixo do céu todo o ser animal, com sopro de vida. Tudo quanto existe na terra perecerá.

(Génesis, 6; 7, 14, 17)

Tendo Noé seiscentos anos de vida, no segundo mês, no dia dezassete do mesmo mês, nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e abriam-se as cataratas do céu. A chuva caiu sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites.
(Génesis 7; 11, 12)

No dia dezassete do sétimo mês, arca poisou, sobre os montes de Ararat.
(Génesis, 8, 4)

Na Costa Rica, os Índios referem que Nubu, era um Deus pacífico e que retirou o Homem da Terra, antes da inundação, promovendo assim a sua Salvação.

Pela velocidade da subida das águas, alguns seres das estrelas tiveram que transportar os humanos nas suas aeronaves para locais seguros e esperando que os níveis das águas baixassem.

Reza uma lenda esquimó, que certo dia, houve uma grande invasão de águas e muitas pessoas morreram. Contudo houve alguns sobreviventes, que foram transportados para o Pólo Norte por enormes pássaros de metal.

Descrição duma aeronave com linguagem da época “enormes pássaros de metal”.

Nessa altura tudo foi coberto de água, á excepção do alto pico da montanha. O Os Deuses transportando as pessoas, passou por Avikwame até ao norte na montanha sagrada do Mohave, onde aí as deixou e elas construíram uma aldeia. Depois de ter feito tudo isto tudo, esticou os seus braços e cresceram penas como se tivesse asas. À quarta tentativa, teve a oportunidade de poder voar. Em seguida passou ao largo como uma águia.

Existe nesta descrição os seres das estrelas transportando os humanos para um local seguro, mais tarde é descrito a dificuldade que a aeronave teve para deslocar.

O povo Mohave, Estados Unidos da América, conta que um dia o deus Mastamho chegou num barco, e pela subida das águas, transportou as pessoas nos seus braços e subiu mais alto que as montanhas.

Os descendentes dos construtores da cidade Tiahuanaco (Perú), relatam: “… há muito tempo os construtores da enorme cidade, foram criados pelo seu único deus, Japallan Kamayok. Esses povos foram exterminados pelos Aukakunas vindos de longe. O deus ao ver este acontecimento com o seu povo desencadeou um terrível cataclismo. Ao terceiro dia, relâmpagos e trovões abalaram as fundações do mundo. Um intenso abalo provocou uma destruição do globo terrestre. Ao mesmo tempo começaram a chover grandes blocos de granizo, esmagando todos os vegetais. Por fim as águas retiraram-se e formaram os mares que ainda não existiam até então e que afundaram enormes cidades.

Todos os Aukakunas morreram. O deus Japallan chamou três condores e ordenou-lhes que transportassem nas suas asas três casais humanos duma terra longínqua, para repovoar a nossa, deles descendem todos os aborígenes do continente andino.

Aqui as aeronaves, são descritas por “condores”, logo que exista uma ordem aos seus pilotos, estes transportam os humanos depois do Dilúvio.


De acordo com a tradição Grega, Zeus quis exterminar a “perversa” raça humana, com chuvas torrenciais, desencadeando uma destruição sobre toda a humanidade.
Assim deu ordem ao Deus Poseidon mas este avisou o casal, Deucalião e a esposa Pirra. Pediu que construíssem uma arca e nela introduzissem um casal de cada animal. Ao terminar o dilúvio a arca pousou sobre o Monte Parnaso onde estava o oráculo de Themis.

Uma lenda Zuni relata que quando se deu o Dilúvio, durante uma noite de luar, apareceu uma estrela brilhante com um “saco”, e os índios puseram-se a apreciá-la. De seguida o saco abriu uma fenda estreita, donde viram sair os seres das estrelas, voando para os paraísos, habitando-os.

Também a tribo Chumashi, que vive no norte da Califórnia, Santa Barbara, falam de uma descrição da partida dos “senhores do Céu” antes do dilúvio.

Estas duas lendas relatam-nos como alguns seres das estrelas, tiveram eles próprios que abandonar os locais onde se tinham instalado, partindo para os seus planetas ou para alguma estação orbital em torno da Terra.

As civilizações das estrelas, aquando a colonização do planeta, fizeram grandes obras arquitectónicas com base no conhecimento da física – electromagnetismo, e da astronomia, construindo-os estrategicamente em locais, dimensões e coordenadas. A finalidade seria, deixarem informações acerca sua estrela ou constelação de origem, bem como os seus conhecimentos sobre o universo. Depois de regressarem as suas estrelas de origem os humanos transformaram-nos em templos sagrados e as suas ofertas em símbolos religiosos.

Durante a sua permanência no planeta, mantiveram entre os humanos os chamados profetas, com o objectivo de divulgarem esses conhecimentos. Estes mestres, no passado profetas, hoje são conhecidos por escolhidos.
Algumas destas civilizações das estrelas realizaram algumas experiências no campo da genética e da biologia, em que as vitimas abduzidas eram humanas.
Durante a nossa história, estes avistamentos e acontecimentos de abdução, foram negados e censurados, pelos mais altos cargos religiosos e senhores ocultos, donos do poder dos governantes mundiais.
“Fim dos Tempos”, com controversas religiosas, no que diz respeito ao pecado humano e ao sacrifício perante o mal.
Será este o verdadeiro final? Será que se aproxima da Terra, uma civilização dos confins do Universo, com intuito de dar origem a outro conflito entre humanos e alienígenas que já estão entre nós?
Será que estamos numa transformação chamada “Nova Era” de evolução para os humanos, como resultado do contacto directo com civilizações das estrelas que nos têm observado e orientado ao longo da História Humana na Terra?
Não sabemos!
Uma coisa é certa, o futuro será a resposta do que estamos a construir aqui e agora!
“ O que aconteceu, de novo acontecerá;
e o que se fez, de novo será feito:
Debaixo do Sol não há nenhuma novidade.”

(Eclesiastes 1, 9) 

A Criação do Homem (Antigos Astronautas)




Fala caros conspiradores, trago um episódio da brilhante série Alienígenas do Passado, do canal History Channel, que compila e elucida de forma brilhante, com dados sólidos, aquilo que acredito estar mais próximo da verdade sobre o início de nossa existência.

Assistam até o final, pois pode haver alguma informação que seja de extrema importância para seus estudos.
Esses Fatos não anulam a existência de Deus o criador de todas as coisas, os Extra terrestres são só uma camada intermediaria entre Deus e a gente, os Humanos.

Bom filme!





domingo, 17 de fevereiro de 2013

OVNI teria interceptado meteorito que caiu na Rússia

Um OVNI teria interferido na queda do meteorito antes desse tocar o solo russo. Em alguns dos vídeos postados no Youtube, os quais mostram o meteorito caindo sobre a Rússia, dá para notarmos que em um determinado momento um objeto voador não identificado parece se chocar contra o meteorito, talvez até desviando a sua trajetória. 

No início pensei que pudesse ser apenas lens flare (reflexo na lente), porém podemos notar que o "objeto" ao passar pelo meteorito, faz fragmentos deste, voarem pelo céu. Pensei então que poderia ser alguma arma russa de defesa anti-aérea, mas não está parecendo também, afinal se eu não estiver enganado, uma de "nossas" armas deixaria um rastro no céu marcando sua trajetória e acredito que causaria uma explosão maior no meteorito. 

Há a possibilidade de ser um projétil atirado por um UFO...



                                                                      Vídeo análise:




                                                          Vídeo original sem análise: